Tecnologias ajudam a baixar taxa de condomínio

26 de julho de 2018

Que a tecnologia torna o dia a dia mais prático, funcional e seguro, não restam dúvidas. Mas os benefícios vão além do conforto. A ferramenta contribui para que um quesito essencial para grande parte dos brasileiros: a economia.

Segundo a síndica profissional e gerente administrativa da M&M Gestão Condominial, Juliana Lopes Monteiro, quando se tem automação residencial nas áreas comuns é possível uma redução nas taxas de água e energia, o que impacta positivamente a cota condominial.

“A tecnologia permite um maior controle dos equipamentos do prédio, como iluminação e ar-condicionado. E, com isso, evita-se deixar os ambientes acesos sem necessidade e aparelhos ligados sem uso. Os sensores de presença em torneiras e na iluminação dos corredores também contribuem nesse sentido”, explica Juliana Monteiro.

INOVAÇÃO

Com essa visão econômica e sustentável, diversos empreendimentos estão sendo preparados para o futuro. Um exemplo é o Spazio Moreira Lima, da Lorenge, a partir de R$ 848 mil. Localizado no bairro Bento Ferreira, o edifício terá 44 unidades e será equipado com uma central que vai monitorar todos os equipamentos das áreas comuns, como a máquina da sauna, bomba da piscina e iluminação.

“Com a central de controle, será possível ter uma visão geral de todo o prédio de forma simultânea. A ferramenta vai gerar mais economia e segurança aos moradores”, afirma o diretor de marketing da Lorenge, Erik Lorenzon.

Para o vice-presidente do Sindicato Patronal de Condomínios (SIPCES), Gedaias Freire da Costa, a inovação chega par contribuir de várias maneiras na redução de custo, principalmente, na taxa de condomínio. Entre as novas tecnologias, ele destaca a portaria eletrônica nos prédios menores, com até 24 unidades.

“O acesso ao prédio é feito de forma totalmente automatizada, por meio de senhas, códigos e biometria, sem a necessidade do porteiro. Mesmo que o investimento inicial seja alto, é vantajoso apostar na tecnologia, levando em consideração o custo-benefício. Em alguns casos, é possível obter uma redução de até 50% na taxa de condomínio com a diminuição do quadro de funcionários, dependendo do porte do prédio, diz Freire.

Ele informa que, para condomínios de médio porte, com mais de 24 e menos de 50 unidades, a aposta é a instalação de portaria virtual. Nesse caso, a entrada do prédio é monitorada com o auxílio de uma empresa terceirizada, que fará o serviço de porteiro virtualmente.

“Você não fala com o porteiro de forma presencial. E, sim, de forma virtual, por meio de uma central de monitoramento, que vai checar a identificação dos moradores e visitantes e liberar o acesso. Além de fazer o monitoramento das câmeras instaladas nas áreas comuns do condomínio”, finaliza.

Fonte: Reportagem jornal A Gazeta

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