Para-raios. Atenção dobrada para uma maior proteção.

10 de setembro de 2014

Você sabe o que é SPDA? Se não sabe vai ficar sabendo agora, afinal, estamos no Brasil, país com a maior incidência de raios no mundo, e que por isso é fundamental que o Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas do seu prédio, ou apenas para-raios, esteja em perfeito funcionamento.

Localizado no topo dos edifícios o para-raios recebe a descarga elétrica que vai percorrer todo o seu sistema de cabos até atingir o solo, onde estão os aterramentos. Na ausência do SPDA ou em uma instalação mal feita essa descarga elétrica pode danificar a estrutura do prédio e percorrer as instalações elétricas, além de colocar em risco a vida dos condôminos que estiverem nas dependências do condomínio.

Sem contar que um sistema falho pode atrapalhar ou até mesmo impedir o recebimento da cobertura da seguradora. “Os condomínios devem estar atentos ao funcionamento do para-raios a todo instante. Em primeiro lugar e mais importante por se tratar da segurança dos condôminos. Em segundo que caso precise recorrer à seguradora terá os seus direitos garantidos”, afirma Ulisses Barcellos da Almeida Júnior, gerente comercial da Lider Life Corretora de Seguros.

Os para-raios devem ser checados anualmente por uma empresa especializada, devendo ser emitido o laudo e ART. Outro ponto importante é quanto as antenas de televisão. Isso mesmo. Algumas operadoras de TV a cabo, ao instalar a antena no alto dos edifícios precisam ser inspecionadas pelo síndico, para que essa antena também seja aterrada, conectada ao sistema de para-raios. Deve-se verificar se uma base para fixação da antena está sendo feita, e nunca permitir que a laje seja perfurada, evitando, assim, outro problema, como infiltrações. As antenas coletivas não podem ser mais altas do que os para-raios.

Outro ponto que precisa de atenção é a luz-piloto, localizada no mastro do para-raios. Em caso de queima essa luz precisa ser trocada rapidamente, já que identifica a altura do prédio.

Acesse a edição completa do informativo: Versão PDF InfoSIPCES Julho – Agosto 2014

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